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Enquanto isso, na Bahia...
09/02
às 22:02
Divulgação

Há quem deteste a ideia de ver a música "Paredão Metralhadora" como a música do Carnaval 2016. Principalmente, representantes do axé. Mas o que fazer quando quem mais ganha dinheiro com o axé music na atualidade não aposta na força do ritmo? Observe bem as duas musas do axé. Um ano depois de se celebrar os 30 anos do movimento, Claudia Leitte aposta no dance "Corazon" e Ivete Sangalo no funk "O farol". Eu disse funk e não batidão. 

Nos deixa a impressão de que quem ganha cifras milionárias com o nome do axé não acredita mais nele. 

Mas por que a "Metralhadora" ganhou tanta audiência? Muitos irão pelo discurso do óbvio: porque é uma letra simplória. Não creio nisso. 

Não precisa ser um maestro pra saber que a música é animada, tem refrão chiclete, melodia plausível, batida agradável e tem um desenho musical capaz de atravessar fronteiras. Aliás, vai sair do Brasil. Aguardem. Até porque a onomatopéia da metralhadora não precisa de tradução. 

Não vou citar o incremento do violino na arrochadeira e nem a coreografia do "Trá Trá Trá" que, mesmo que você não queira, sempre terá uma criança dançando perto de você. Sim. A Vingadora explora a batida conhecida na Bahia como arrochadeira. Algo tipo o tecnobrega do Pará. 

Aliás, Arrochadeira, é mais um filho que a Bahia despreza. A mistura de arrocha com pagode existe desde o tempos da banda Novo Tom com seu "Piriri Pompom" e a batida eletrônica foi renovada há cerca de três anos através das bandas Gasparzinho e Luxúria. Essas duas já lotaram casas pelo Brasil afora e conseguiram reunir público acima de 10 mil pessoas sem muito esforço com o tema ostentação. 

O Neto LX, que deixou a banda Luxúria meses antes do carnaval 2015, conseguiu emplacar o seu "Gordinho Gostoso" pelo país. Arrochadeira, gravou? Esse é o ritmo que o grupo Psirico também utilizou para ganhar os dois últimos carnavais. A "fórmula" foi utilizada tanto em "Lepo Lepo" quanto em "Xenhenhem", que são na verdade, duas arrochadeiras. 

A lista das 100 músicas mais tocadas de 2015, segundo a Crowley não trouxe um axé (e nem um rock). Dirão: apostar no que não vai bem, pode ser malhar em ferro frio. Eu digo, não! 

E a prova está na ótima aceitação da música "Vai que cola", da banda Filhos de Jorge neste carnaval. Filhos de quem? Dirão os menos conhecedores da nova e magra safra da música baiana. Anotação básica: Filhos de Jorge já ganhou um carnaval com a música "Ziriguidum" na folia baiana de 2013. E acredite, a música só não vai faturar o prêmio porque chegou na reta final da "disputa". 

Mas, voltando ao aspecto do aposta, o grupo, mesmo com novo cantor e sem grande abertura na mídia, conquistou baianos e turistas neste carnaval com um axé de qualidade. Se ainda não ouviu, aperte o play abaixo para gente poder continuar a conversa. 

 A música do grupo "Filhos de Jorge" nos remete ao ano em que a canção "Raiz de todo bem" de Saulo conquistou corações com a letra incrível, mas que "Lepo lepo" levou a premiação por ter um balanço irresistível. 

Ritmos como o pagode baiano, arrocha ou arrochadeira lutam com unhas e dentes por seu espaço, enquanto o axé quase matou o movimento no ninho por não permitir a sua renovação. Há de se convir que, para o bem ou para o mal, a imprensa gosta de gente cheia de assunto. O arrocha andou dando muito o que falar. Pablo que o diga. 

Mas por que mesmo a Vingadora ganha esse Carnaval? Os motivos são muitos e não é só porque o povo brasileiro já está acostumado com o som de rajadas. 

Ela ganha o carnaval porque tem letra fácil e é "diferentona", já que dançar ao som de uma metralhadora é abusar do inusitado. Porque tem um clipe muito bem produzido. Porque entrou na agenda da mídia e ganhou destaque apenas com a ajuda dos paredões e das redes sociais. Porque diverte e, o mais importante: porque caiu nas graças do povo.   

Pra quem acredita que o som de uma arma na música incentiva a violência, o Demerval Neves, criador e administrador do portal "Reggaeton Brasileiro", nos lembra que no famoso ritmo caribenho é muito comum nos depararmos com várias onomatopéias. "Uma bem usual nesse gênero é o 'Trá' que faz referência ao som de um disparo de metralhadora como vemos tanto na música "Trá" de Dom Chezina quanto na nova canção da Banda Vingadora", observa. 

Segundo o entusiasta do estilo, no reggaeton os sons de tiros de metralhadora, pistola ou fuzil fazem referência ao estilo urbano de Porto Rico influenciado pelo hip-hop e rap. "Esses sons são usados nas canções de Tiraera (disputa musical) que, naquele contexto, simbolizam tiros de palavras, que eliminam o adversário", explica Demerval. Aliás, a letra e o próprio clipe da música da Vingadora mostra o cenário de uma batalha sonora.

Talvez o nome do hit seja alusivo ao cotidiano de um povo que metralha um leão por dia pra sobreviver num país com tantas mazelas, mas que não perde o compasso na hora de se divertir. 

 - Mas a letra da Metralhadora não fala de nada. 

E daí? A história nos mostra que Carnaval é isso aí mesmo. É "Mamãe eu quero", "Cabeleira do Zezé" e deixem que se recolham as cinzas na quarta. Quem gosta da festa momesca quer mesmo é botar a cara no sol e brincar atrás do trio. Aliás, "Bote a cara no sol" é um dos hits que rivaliza com a vingadora. Altamente dançante, a música trabalha a autoestima da mulher e ataca as convenções de beleza. Forte candidata. 
 

 
Claro, há sim uma predileção da massa pela bobagem, pelo "oba oba". Mas é o simples que deixa a vida mais leve. É isso que faz a "Macarena" ser um hit mundial. Foi isso que fez, por exemplo, o "Ai se eu te pego" do Michel Teló correr o planeta. 
 
Ironicamente, a Vingadora ainda faz justiça. Uma banda que vem do sul do estado, 'metralha' aqueles que se achavam donos da música da Bahia. Por essa ótica, a Vingadora consegue, mesmo que por um breve instante, ser tão underground quanto a Baiana System. Mas, se não conhece a Baiana System, relaxe. Nós já temos assunto pra nossa próxima conversa. 
 
Enfim, "Paredão Metralhadora" é melhor que temos? Não, mas é o que temos pra hoje porque as que comandam, vão no trá! 
 
Por Roberto Kuelho
E viva o carnaval da metranca.
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Intrigante
08/02
às 22:25
Reprodução

Quem olha a foto acima que bombou nas redes sociais, nota que ela deixa qualquer um confuso. A imagem gera dúvida em quem tenta identificar qual delas é a mãe e quem são as herdeiras. "Mamãe, minha irmã gêmea e eu", escreveu Kaylan Mahomes ao postar a imagem no Twitter. E pra você, qual é a resposta? 

Se você também ficou indeciso clique aqui
 
 
 
Por Blog do Kuelho
Idênticas, né?
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Salve-se quem puder!
08/02
às 01:43

Depois de Tirulipa e outras paródias hilárias da Metralhadora das Vingadoras me surge o vídeo abaixo. Se você tem qualquer coisa inútil pra fazer, vai lá. Depois, beeeeem depois, assista esse vídeo:

Por Blog do Kuelho
Sim, isso existe.
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Pegue a metralhadora
05/02
às 01:35

Por Blog do Kuelho
Trá! Pronto!
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Para que tá feio!
05/02
às 01:31
Reprodução

O cantor de salsa Maelo Ruiz nega que tenha pulado a cerca com uma fã, mãe de gêmeas e acusa a jovem de roubo. Nascido em Nova York (EUA), Maelo disse que a admiradora Karla Ankara Toledo Cova roubou o seu sêmen de num banco de esperma.

Maelo trabalhou com Karla em 2010, na Venezuela, mas garante que nunca se envolveu com ela. Ele alega que ela, para se vingar, recorreu ao banco de esperma. O problema é que Karla desmentiu a versão de Maelo e postou fotos em que os dois aparecem bem íntimos. E agora, muchacho?

Por Blog do Kuelho
Ah, e pra variar a moça exige na Justiça que o cantor reconheça a paternidade e pague pensão.
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Late que eu tô passando
05/02
às 00:15
Reprodução

Um homem andou feito um cachorro na última segunda-feira (01) em praça pública. De acordo com o "Daily Mirror", a dominatrix foi identificada como Paige e essa foi a primeira vez que Paige participou de uma sessão de humilhação em público.

"Ele (o cliente) viajou ao Reino Unido e pagou mil libras (cerca de 6 mil reais) pela experiência canina", contou a inglesa. "Eu curto humilhar homens", completou a inglesa, que chega a ganhar R$ 60 mil por mês com o trabalho sadomasô.

Por Blog do Kuelho
O ser humano é mesmo o cão.
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Ê carnaval!!!
04/02
às 01:26
Reprodução

Craque em paródias engraçadas, Tirulipa acaba de sair com mais uma boa da cartola. O hit "Paredão Metralhadora" conta a história de umirmão que tem muito amorpra dar. 

Confira a paródia "Cabelo de vassoura" do Mayktube:

Agora curta o som da (glup) Voadora:

Por Blog do Kuelho
Muito legal. Vale o clique.
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Coronhada
04/02
às 01:19
Reprodução

Recentemente, a Ivete Sangalo interrompeu seu show para dar uma bronca na mulher que estava dando em cima do seu marido. Mas o que leva uma pessoa a ter ciúmes? No show dela, Elcio Coronato tenta obter esta resposta, mas tem outras bem...

Por Blog do Kuelho
Gostei da espontaneidade da moça dos sete rapazes.
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No aeroporto
02/02
às 05:20
Erica Harris / Reprodução/Instagram
Uma mulher casou com um homem que viu pela primeira vez em um aeroporto. O fato aconteceu na última sexta-feira (29), quando Erica Harris, de 36 anos, viu pela primeira vez Arte Vann no Ontario International Airport, em San Bernardino na Califórnia. A mulher disse ao "Mail Online" que a cada instante junto descobre que o ama mais. "Não percebi o quanto ano esse homem. Passamos três dias juntos e não posso acreditar no quanto eu o amo", disse Erica.
 
Eles namoravam há um ano pela internet. O noivo, que é de Nova York, conta que adorou os três filhos dela. Uma equipe CBS News registrou o casório e o vídeo será um presente de Erica para a nova sogra, que não pôde viajar com Arte. "Não ouça os seus pensamentos. Não ouça a sua mente. Siga o seu coração. Siga a sua alma", aconselhou Arte aos que esperam uma alma gêmea. Ele conta que encontrou a sua. 
 

Por Blog do Kuelho
Essa vai pra você que já não acredita no amor.
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Emocionante
01/02
às 19:07
Reprodução

Khanittha Phasaeng, de 17 anos, vencedora de um concurso de beleza na Tailândia surpreendeu a todos ao se ajoelhar diante da mãe para agradecer após a vitória. Mintt, como é conhecida, entre amigos e familiares, afirmou que quis, com o gesto, demonstrar o respeito a quem lhe deu tudo. Além disso, reforçou o orgulho por suas origens — e emocionou a todo com isso.

 
“Tudo que eu tenho hoje, tenho apenas por causa da minha mãe. Esse Miss? Por causa dela. Nós duas ganhamos a vida fazendo um trabalho honesto, então nunca me senti inferior. Tenho orgulho de quem sou, de onde vim. E quero demonstrar isso”, declarou a ganhadora do Miss Uncesored News Tailândia 2015, a um jornal local.
 
O prêmio será utilizado pela Miss Tailândia para a melhorar as condições de vida de sua família. Além do prêmio em dinheiro, ela ganhou a oportunidade de trabalhar com publicidade, televisão e cinema em seu país. Sua mãe, mesmo sem muitas condições, sempre foi sua melhor incentivadora. 
 
Por Blog do Kuelho
Vale lembrar que na Ásia, se ajoelhar diante de uma pessoa é um ato tido como um dos maiores sinais de respeito possíveis.
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